O secretário Júlio Gregório assina a portaria 166 de 11 de junho de 2018, que dá às escolas do Distrito Federal autonomia para fazerem a recomposição do calendário letivo do ano de 2018, sob a aprovação do Conselho Escolar de cada Unidade de Ensino.
A portaria possibilita que as escolas se organizem quanto à reposição dos dois dias de paralisação, devido à greve dos caminhoneiros, bem como em relação aos dias em que a Seleção Brasileira entrará em campo pela Copa na Rússia.
Sobre o decreto do governador Rodrigo Rollemberg...
Alguns professores, ao saberem do decreto do senhor governador, Rodrigo Rollemberg, que exclui as escolas públicas do horário "especial" para o expediente, em virtude dos jogos da Seleção Brasileira na Copa da Rússia, afirmam que "a maioria de nós não queria mesmo parar para pagar depois".
Outros dizem que a classe de professores é diferente mesmo, tem seu próprio regime, seu próprio calendário ( e eu entendo isso muito bem, sem me alienar).
O problema não é não querermos, pois temos o direito de decidir se queremos parar e repor, ou não parar. A questão é que ele nem nos deu a oportunidade de escolhermos; isso é truculência.
O absurdo é dar a possibilidade aos outros (servidores de outras classes) de flexibilizar seus horários (ponto facultativo) para compensarem depois, e definir para nós (professores) que não temos escolhas. Enquanto professores, formadores de opinião, ou com opinião, jamais poderemos aceitar tal decisão como sendo correta, apenas porque não queríamos parar e repor.
Eu sou professor e, enquanto puder, VOU GRITAR quando perceber que não respeitam meus direitos; e eu tenho o direito de decidir. Jamais aceitarei como "normal" quaisquer atos que silenciem um cidadão, sejam quais forem as ferramentas de manipulação.
Se vão falar por mim, se vão me representar (sindicato), ou não, isso é detalhe, mas a minha opinião sempre saberão E EU NÃO CONCORDO COM ESSE DECRETO, simplesmente porque não me deu o poder de escolha.
Ao ouvir esse discurso, senti um enorme desejo de ser aluno dessa professora.
Sou professor.
Ao me deparar com esse discurso (professora/doutora Mônica Figueiredo, na formatura de uma turma da UFRJ), revivi sonhos, paixões, anseios e percebi que ainda vale a pena acreditar, e lutar, por uma transformação a partir dos livros, da informação, do conhecimento.
Ser professor continua a ser uma função que, dentre outros, emociona, encanta, liberta e faz viver.
Trechos de um discurso perfeito sobre educação, livros, cenário político social do Brasil, sonhos e transformação:
"Estais a ver? É por isso que tu tens que continuar a ler aqueles livros. É por conta dos livros que tu sabes falar direito; falas como doutora. E nunca, ninguém há de te passar pra trás".
O curso de Letras, neste país,
"serve para (...) ensinar como se diz ao estelionato constituído: eu não sou idiota; sei o que você quer dizer e não sou manipulável..."
"Democracia é assim mesmo: às vezes perde, às vezes se ganha; mas nunca, absolutamente nunca, a ignorância violenta há de ganhar no assombro, que é descobrir que os caminhos são muitos e as pessoas, variadas. E que, por isso, é preciso ter, antes de tudo, tolerância e compaixão".
O governador Rollemberg assinou o decreto nº 39.104, de 07 de junho de 2018, no Diário Oficial do DF (DODF) para definir como ficarão os trabalhos nos dias dos jogos da COPA DA RÚSSIA, pela Seleção do Brasil.
Mais uma vez, mostrou seu descaso e falta de abertura com a educação.
A comissão de negociação do Sinpro-DF informa que iniciou, nesta sexta-feira (1º/6), uma negociação com o Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a reposição de aulas suspensas pelo próprio GDF em virtude do desabastecimento geral de combustíveis que ocorreu no Distrito Federal.
Embora tenha reconhecido que as escolas têm autonomia para decidir como e quando será efetuada a reposição, o governo continua insistindo que as duas circulares não restringem a possibilidade de negociação. Disse também que não há nenhum encaminhamento sobre corte de ponto ou de salário, porém, entende que a suspensão do calendário não pode significar prejuízo pedagógico para os(as) estudantes.
O encontro desta sexta-feira, portanto, dá início ao processo de negociação sobre as Circulares nº 35 e 51 emitidas pela Secretaria de Estado da Educação (SEEDF). Com isso, a comissão deixa claro que o processo de negociação continua em andamento.
Saiu hoje no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO, o posicionamento do governo federal sobre os expedientes das entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo FIFA 2018 - Copa da Rússia
Agora, é aguardar o posicionamento dos Estados e suas respectivas secretarias sobre o funcionamento das escolas...
Voltamos com mais atividades sobre FÁBULAS: agora, é a vez da MATEMÁTICA.
Sugiro que sejam dados aos alunos materiais como suporte: palitos, tampinhas, material dourado, cédulas de dinheiro...
Também oriento que, antes de imprimir as atividades que estão no formato WORD, baixem no computador, para depois imprimir; assim, manterão as configurações originais.
São dois blocos de atividades: O primeiro é para os alunos que ainda estão a construir os conceitos numéricos, com base nas dezenas (até 99). O segundo, é para aqueles alunos que já estão com conceitos mais apurados e já podem trabalhar com as situações problemas mais sistematizadas.
Sugiro que as atividades sejam aplicadas em grupos, de acordo com os níveis de cada aluno.
Para os aluno que já compreendem além das dezenas
Para os alunos que ainda estão na base 10 (DEZENAS)